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13 de mai. de 2012

Conselhos Para Criar Filhos


Se eu tivesse meu filho para criar de novo...
Eu pintaria mais com meus dedos e apontaria muito menos para eles.
Eu passaria menos tempo corrigindo e mais tempo conversando.
Eu tiraria meus olhos do meu relógio e perceberia mais o quão rápido o tempo está se passando.

Eu me importaria em saber menos, e saberia me importar mais.
Eu passaria mais tempo brincando com eles.
Eu ficaria menos sério e me divertiria mais.

Eu correria mais com eles e olharia mais as estrelas.
Eu seria menos firme, mas, firmaria mais meu amor por eles.
Eu reformaria a auto estima, e deixaria a reforma da casa para depois.
Eu amaria menos a força, e viveria mais a força do amor.

- autor desconhecido




Um Abençoado Dia das Mães 
para todas as mamães!








6 de mai. de 2012

Adoniram Judson - Biografia Resumida



     O missionário Adoniram Judson levou o Evangelho até a Ásia e traduziu a Bíblia para o birmanês.


     Decorria o ano de 1824. Os oficiais do rei da Birmânia (actual Myanmar) - país que fica nas margens do Golfo de Bengala, no Sudeste Asiático tinham acabado de saquear o lar missionário de Adoniram e Ann Judson, levando tudo o que acharam de "valioso". No entanto, o tesouro mais precioso havia passado despercebido: o manuscrito de uma porção da Bíblia, traduzida por Adoniram Judson, que sua esposa Ann enterrara sob a casa.

     Acusado de espionagem, Adoniram, um missionário magro e de corpo pequeno, ficou encarcerado por quase dois anos numa prisão infestada por mosquitos. Ele e outros 60 condenados à morte ficaram encerrados num edifício sem janelas, escuro, abafado e imundo. Durante aquele período, a sua esposa conseguiu entregar-lhe um travesseiro - para que ele pudesse dormir melhor no duro chão de areia da prisão -, além de livros, papéis e anotações que ele usava para continuar a tradução da Bíblia para O birmanês. Dentro da cadeia, além das traduções, que ele escondia dentro do seu travesseiro, Adoniram evangelizava os presos.


     O episódio descrito é parte da história do americano Adoniram Judson (1788 - 1850), o primeiro missionário cristão na Birmânia, que, por 30 anos, perseverou no seu trabalho de evangelização, apesar das doenças e perseguições constantes que sofria por pregar o Evangelho naquele país.


     Em 1819 - seis anos depois de sua chegada à Birmânia - Judson conseguiu o seu primeiro convertido. Dois anos depois, já havia uma igreja fundada no país. Em 1837, havia 1144 convertidos na Birmânia. Em 1880, esse número passou a sete mil, distribuídos por 63 igrejas. Em 1950, cem anos depois de sua morte, existiam mais de 200 mil cristãos na Birmânia, na sua maioria, resultantes da mensagem que Judson deixara naquele país. Dizia ele: "Muitos cristãos consagrados jamais atingirão os campos missionários com seus próprios pés, mas poderão alcançá-los com os seus joelhos."


     Vida e Obra - Aquele amor à Palavra de Deus tinha história. Adoniram Judson nasceu em Malden, no estado americano de Massachussetts. Filho do pastor congregacional Adoniram Judson e de Abigail Brown Judson, o jovem Adoniram trabalhou arduamente num moinho do pai. Tinha de caminhar muito até chegar à escola e tinha intensa devoção à Igreja.


     A sua mãe ensinou-lhe a ler um capítulo inteiro da Bíblia quando tinha apenas quatro anos. Nos anos seguintes, frequentou a New London Academy e depois a Brown University, onde entrou com apenas 16 anos. Naquele período em que o ateísmo, proveniente da França, chegava com força aos Estados Unidos, o jovem Adoniram teve uma crise existencial. Recém diplomado, aos 19 anos, ele surpreendeu os pais quando disse que não acreditava mais na existência de Deus e que iria escrever peças de teatro. Estava-se no ano de 1807.


     Saiu de casa, mas, quando seguia para a casa de um tio, teve uma experiência que mudou a sua vida por completo. No fim de uma noite, procurou um lugar para dormir numa pensão. O proprietário disse que só tinha um quarto que ficava ao lado de outro em que estava uma pessoa muito doente. A voz agonizante de um homem no quarto ao lado só o deixou dormir ao fim da madrugada. Ao acordar, Adoniram soube que aquele homem havia morrido, e tomou um susto ao saber que se tratava de Jacob Eames, um céptico e descrente que ele conhecera na faculdade; e que também abandonara o Evangelho pelos ideais ateístas.


     A notícia da morte de Eames atingiu o seu coração como uma flecha. Foi, então, para Plymouth, onde assistiu a dezenas de palestras de pregadores cristãos. Em 1808, decidiu estudar para o ministério e entrou no seminário teológico de Andover. No ano seguinte, fez uma profissão pública de fé na igreja do pai e sentiu o desejo de tornar-se missionário.


     Na época, escrevia a Ann, então sua noiva: Em tudo o que faço, pergunto a mim mesmo: Isto agradará ao Senhor? [...] Hoje, tenho sentido grande alegria perante o Seu trono.


     Os pais de Judson queriam que ele aceitasse pregar numa igreja de Boston, mas recusou o convite. Tinha o mundo no seu coração. Em Fevereiro de 1810, fundou, com quatro amigos pastores, a Junta Americana de Missões Estrangeiras, ligada à Associação Geral de Ministros Congregacionais de Bradford, em Massachussetts.


     Casou-se com Ann em 5 de Fevereiro de 1812, e apenas 12 dias depois, o casal partiu para Calcutá, na Índia, junto com os quatro pastores amigos de Judson. Ann foi a primeira missionária a deixar os EUA. Durante a viagem, dedicaram-se ao estudo das Escrituras. No entanto, ao chegarem a seu destino, a guerra fez com que eles deixassem o país. Como havia uma embarcação pronta para ir a Rangum, na Birmânia, o casal decidiu viajar nela. O percurso não foi fácil. Ann, que estava grávida, adoeceu no navio. Deu à luz o seu primeiro filho, que morreu em seguida. Eles chegaram a Rangum exaustos, em Julho de 1813. Ann, muito adoentada, desembarcou numa padiola. Aquela experiência era um preliminar do que o casal ainda haveria de enfrentar.


     Saída da prisão - A experiência na prisão, relatada no início desta biografia, não foi o único problema enfrentado pelo casal Judson na Birmânia. Depois de sair da cadeia - indultado pelo Supremo Tribunal de Justiça do reino birmanês, em Novembro de 1825, viu a segunda filha do casal, Maria, morrer de febre amarela. Em Outubro de 1826, Ann faleceu, também vítima da doença.


     Adoniram mudou-se, então, para o interior da Birmânia, onde completaria a tradução do Antigo Testamento para o birmanês, em 1834, no mesmo ano em que se casou pela segunda vez, com Sarah, com quem teve oito filhos. Em 1837, Adoniram concluiu a tradução do Novo Testamento. Em 1845, Sarah faleceu, e ele retornou aos Estados Unidos, 33 anos depois do início da sua viagem à Ásia. Tanto interesse gerado pela sua experiência na Birmânia rendeu a Judson uma plateia inesperada. Grandes multidões corriam para ouvi-lo pregar em solo americano, pois tornara-se numa lenda.


     Em Junho de 1846, casou-se pela terceira vez, com a escritora Emily Chubbock, e voltou no ano seguinte para a Birmânia para revisar mais uma vez o dicionário hirmanês-inglês que concluíra em 1826.


     Muito doente, Judson foi aconselhado a fazer uma viagem marítima para se recuperar, mas veio a falecer no navio, em 12 de Abril de 1850. Emily morreu quatro anos depois. Mas a frase que ele mais repetia nas suas pregações tornou-se uma realidade: Eu não deixarei a Birmânia até a mensagem da cruz ser plantada aqui para sempre. Palavras proféticas de um verdadeiro herói da fé.
- Marcelo Dutra


     Em  toda  a  história, desde  o  tempo  dos  apóstolos, são  poucos  os  nomes  que   nos  inspiram tanto a esforçarmo-nos pela obra missionário como os  nomes do casal, Ana e Adoniram Judson. Em  certa  igreja em Malden, subúrbio de Boston, encontra-se uma placa de  mármore com a seguinte inscrição:




Memória
Rev. Adoniram  Judson
Nasceu: 9 - Agosto - 1788
Morreu: 12 - Abril - 1850
Lugar  de  se  nascimento: Malden
Lugar  do  seu  sepultamento: O  mar
Seu  monumento:  Os  Salvos  da  Birmânia   e  a  Bíblia  Birmaneza
O seu  histórico:  nas  Alturas

28 de ago. de 2011

Estendendo Compaixão - Brennan Manning



Ao retornarmos para nós mesmos, ao contemplarmos a compaixão de Jesus e compreendermos que “se refere a mim”, posicionamo-nos debaixo da misericórdia e ficamos prontos para ser classificados como “bem-aventurados”.

Ao insistir conosco que cuidemos de forma compassiva das pessoas, Jesus convida-nos a ter compaixão de nós mesmos. A medida da nossa compaixão pelos outros é proporcional a nossa capacidade de auto-aceitação e auto-afirmação. Quando a compaixão de Cristo é interiorizada e é apropriada pelo eu, ocorre aquela transformação radical que nos leva a viver também pelo outro. 

Na contramão daquelas situações impossíveis do tipo “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”, o caminho do cuidado compassivo pelas pessoas traz cura para nós mesmos, e o cuidado compassivo com nós mesmos traz cura para as pessoas. A solidariedade com o sofrimento humano liberta quem recebe e quem dá por meio da percepção consciente: “Eu sou o outro”. 


“Esforcem-se para viver em paz com todos E para serem santos; 
Sem santidade ninguém verá o Senhor”
Hebreus 12:14



21 de ago. de 2011

Conhecendo a Deus

Conta-se a história de um homem europeu, já idoso, que visitou a América do Norte pela primeira vez no fim do século 19. Ao voltar para casa, depois de uma prolongada permanência nos Estados Unidos, seus amigos lhe perguntaram o que mais o havia impressionado. Sua resposta incomum deixou-os embasbacados: "Os americanos estão sempre se movimentando. Não param nunca. Até mesmo quando estão sentados, eles têm uma cadeira que movimenta-se para frente e para trás." Ele referia-se, claro, a uma cadeira de balanço. 


Em nosso complexo mundo de horários apertados, prazos cada vez mais curtos, cotas de produção e de vendas e de comunicação de massa, a própria vida parece um redemoinho. Somos uma sociedade em constante movimento. 

Talvez seja hora de fazer uma pausa, respirar fundo e avaliar nossas prioridades, verificar o que realmente tem importância. Talvez seja hora de parar de correr e escutar a voz de Deus. 

A. W. Tozer orou assim: "Senhor, ensina-me a ouvir. Estes tempos são barulhentos, e os meus ouvidos estão cansados dos sons rouquenhos que os assaltam continuamente. Dá-me o espírito do menino Samuel quando disse a Ti: ‘Fala, Senhor, porque o Teu servo ouve.’" I Sam. 3:9. 

Essa oração pode tornar-se realidade em nossa vida. Por que não começar a fazer dela uma realidade em sua vida ainda hoje? 

Faça uma caminhada sozinho. Desenvolva a arte de orar enquanto caminha, e, então, em silêncio, escute a voz de Deus. Olhe para as estrelas. Sente-se diante do mar. Caminhe pela floresta. Passeie por um parque. Sintonize-se na voz de Deus. 

Ou, levante um pouco mais cedo e medite sobre os Salmos e ouça a voz de Deus a falar-lhe. Talvez você seja uma pessoa "noturna", que só faz suas coisas à noite. Se assim for, procure um cantinho tranqüilo em sua casa e, depois de todos se recolherem, vá para lá. Vagarosamente, esquadrinhe as Escrituras e deixe Deus falar-lhe. 

É nesses momentos de reflexão que Deus parece mais perto e nossa mente fica conectada com Ele. Encontre aquele lugar no coração de Deus onde sua alma possa encontrar abrigo. 


“Seja-Lhe agradável a minha meditação; eu me alegrarei no Senhor” 
Salmos 104:34



(Desconheço a Autoria)



14 de ago. de 2011

A Pedra

O distraído nela tropeçou...

O bruto a usou como projétil.

O empreendedor, usando-a, construiu.

O camponês, cansado da lida, dela fez assento.

Para meninos, foi brinquedo.

Drummond a poetizou.

Já, David matou Golias.

Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...

E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!




“Não existe pedra no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.” 



(Desconheço a Autoria)

7 de ago. de 2011

Aprendendo as Diferenças


Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.

E começa a aprender que beijos não são contratos, presentes não são promessas.

E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida, e olhos radiantes, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam.

E aceita que não importa quanto boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distancias.

E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.

E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se aprendemos que os amigos mudam.

Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes tem influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quero ser, e que o tempo é curto.

Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão.

Descobre que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quanto delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Aprende que paciência requer muita prática.

Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.

Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são mais humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Aprende que quando você tem o direito de estar com raiva, isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem que aprender a perdoar a si mesmo.

Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto, plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar, que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!



Willian Shakespeare

31 de jul. de 2011

HOJE! Não Ontem Nem Amanhã - Brennan Manning

O apóstolo Paulo captou o pleno significado do ensino de Jesus sobre livrar-se da preocupação. Fazendo as vezes de cabide de túnicas durante o apedrejamento de Estêvão e atuando como mentor da matança dos cristãos, Paulo bem poderia ter se tornado um caso patológico se tivesse permanecido em seu estado pré-cristão. No entanto, Paulo escreve: “... mas uma coisa faço: esquecendo-me das coisas que ficaram para trás e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo...” (Fp 3:12-14).

Quaisquer realizações passadas que possam nos trazer honra, quaisquer desonras passadas que possam nos envergonhar, todas foram crucificadas com Cristo e não mais existem.

Mas a preocupação não se limita ao passado. Quando a mente dirige seu olhar ao futuro desconhecido, pode produzir situações aterrorizantes que também nos mantêm em estado crônico de preocupação. Essa preocupação com o futuro impede que estejamos atentos ao presente vivo. As tradições espirituais continuamente ressalvam esse problema. Um dos ensinos mais memoráveis de Jesus contém este contraste: “Não estejais ansiosos quanto à vossa vida, pelo que haveis (futuro) de comer, ou pelo que haveis de beber; nem, quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. (...) Olhai (presente) para as aves do céu...” (cf. Mt 6:25-34). Ele conclui o ensino com uma peça de humor negro que tem ajudado muitas pessoas a refrear a mente galopante: “Basta a cada dia o seu mal”.

Encarregar-se do momento presente, observando-o surgir e contribuindo para sua criação, é uma das primeiríssimas habilidades da vida espiritual.


“Venha, ó descendência de Jacó, Andemos na luz do Senhor!”
Isaías 2:5


24 de jul. de 2011

Os 3 Últimos Desejos de Alexandre O Grande

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
2 - que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3 – e que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:

1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.


(Desconheço a Autoria)


17 de jul. de 2011

O Obstáculo no nosso Caminho...

Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho. Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra. Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.

De repente, passa um camponês com uma boa carga de vegetais. Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali. Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada. Ele, então, voltou a pegar a sua carga de vegetais mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra. A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.

O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendemos: "Todo obstáculo contém uma oportunidade para melhorarmos nossa condição".


(Desconheço a Autoria)


10 de jul. de 2011

Ajuda...

Na chuva, numa noite, estava uma senhora negra, americana, do lado de uma estrada no estado do Alabama enfrentando um tremendo temporal. O carro dela tinha enguiçado e ela precisava, desesperadamente, de uma carona. Completamente Molhada, ela começou a acenar para os carros que passavam. 

Um jovem branco, parecendo que não tinha conhecimento dos acontecimentos e conflitos dos anos 60, parou para ajudá-la. O rapaz a colocou em um lugar protegido, procurou ajuda mecânica e chamou um táxi para ela. 

Ela parecia estar realmente com muita pressa mas conseguiu anotar o endereço dele e agradecê-lo. Sete dias se passaram quando bateram à porta da casa do rapaz. Para a surpresa dele, uma enorme TV colorida estava sendo entregue na casa dele com um bilhete junto que dizia:

"Muito obrigada por me ajudar na estrada naquela noite. A chuva não só tinha encharcado minhas roupas como também meu espírito. Aí, você apareceu. Por sua causa eu consegui chegar ao leito de morte do meu marido antes que ele falecesse. Deus o abençoe por ter me ajudado. Sinceramente, Mrs. Nat King Cole".



3 de jul. de 2011

A Pedra do Mestre

Havia uma pedra, bela e grande. Um dia, alguém passou por ali e vendo a pedra, pôs-se a contemplá-la. Ficou por um longo tempo olhando os contornos da pedra, as flores que a rodeavam e o sol que parecia deixá-la mais bonita. Disse para si mesmo: esta é a Pedra do Mestre. Posso Vê-lo sentado sobre ela a sorrir para mim. E entrou em êxtase rapidamente. 

Foi quando outra pessoa chegou e lhe falou: Estou há algum tempo a observar-te, de frente para esta pedra, e penso, o que pode levar alguém sorrir por tanto tempo a uma pedra e, sinceramente, não encontro um justo motivo que possa me convencer de que não estejas perdendo teu tempo. 

Ele voltou-se para o estranho que invadira seu momento com o Mestre: Pois bem. Fico também pensando em algo, o que pode levar alguém a perder seu tempo tão precioso querendo entender algo que está somente para ser sentido.

Eu olho para a pedra e vejo Deus. Eu olho para a pedra e sinto Deus. Tu olhas para a mesma pedra, mas nada vês e com tua mente julgas o que não estás sentindo. Para tornar-te um sábio, meu amigo, é preciso que vejas e sintas com o coração. Só assim poderás ver, mesmo numa pedra, a presença de Deus a abençoar-te.


(Desconheço a Autoria)


26 de jun. de 2011

O Ponto Negro

Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago. Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria. O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume. Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha. Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha. O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:

 - Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa. Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta. Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha. Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:

 - Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco. Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.

Assim acontece em nossas vida. Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro! O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.

Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.


Pense nisso!



(Desconheço a autoria)



19 de jun. de 2011

UBUNTU

A jornalista e filósofa Lia Diskin, no Festival Mundial da Paz, em Floripa (2006), nos presenteou com um caso de uma tribo na África chamada Ubuntu.

Ela contou que um antropólogo estava estudando os usos e costumes da tribo e, quando terminou seu trabalho, teve que esperar pelo transporte que o levaria até o aeroporto de volta pra casa. Sobrava muito tempo, mas ele não queria catequizar os membros da tribo; então, propôs uma brincadeira pras crianças, que achou ser inofensiva.

Comprou uma porção de doces e guloseimas na cidade, botou tudo num cesto bem bonito com laço de fita e tudo e colocou debaixo de uma árvore. Aí ele chamou as crianças e combinou que quando ele dissesse "já!", elas deveriam sair correndo até o cesto, e a que chegasse primeiro ganharia todos os doces que estavam lá dentro. 

As crianças se posicionaram na linha demarcatória que ele desenhou no chão e esperaram pelo sinal combinado. Quando ele disse "Já!", instantaneamente todas as crianças se deram as mãos e saíram correndo em direção à árvore com o cesto. Chegando lá, começaram a distribuir os doces entre si e a comerem felizes.


O antropólogo foi ao encontro delas e perguntou porque elas tinham ido todas juntas se uma só poderia ficar com tudo que havia no cesto e, assim, ganhar muito mais doces. 

Elas simplesmente responderam: "Ubuntu, tio. Como uma de nós poderia ficar feliz se todas as outras estivessem tristes?"

Ele ficou desconcertado! Meses e meses trabalhando nisso, estudando a tribo, e ainda não havia compreendido, de verdade,a essência daquele povo. Ou jamais teria proposto uma competição, certo?

Ubuntu significa: "Sou quem sou, porque somos todos nós!" 

Atente para o detalhe: porque SOMOS, não pelo que temos...
UBUNTU PARA VOCÊ!


12 de jun. de 2011

Foco na Solução...



Um paciente vai num consultório e diz pro psiquiatra:

- Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém embaixo. Aí eu vou embaixo da cama e acho que tem alguém em cima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!

- Deixe-me tratar de você durante dois anos. - diz o psiquiatra. Venha três vezes por semana, e eu curo este problema. 

- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.

- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra. 

- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito. 

Passados seis meses, eles se encontram na rua. 

- Por que você não me procurou mais? - pergunta o psiquiatra. 

- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos = R$ 37.440,00, ia ficar caro demais, aí um sujeito num bar me curou por 10 reais.

- Ah é? Como? - pergunta o psiquiatra. 

O sujeito responde: Por R$ 10,00 ele cortou os pés da cama... 


Muitas vezes o problema é sério, mas a solução pode ser muito simples.

HÁ GRANDE DIFERENÇA ENTRE: foco no problema e foco na solução...

Foque uma solução ao invés de ficar pensando no problema.



(Desconheço a autoria) 


5 de jun. de 2011

O Cavalo e o Porco

Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário que disse: 'Bem, seu cavalo está com uma virose, é preciso tomar este medicamento durante três dias. No 3º dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo'.

Neste momento, o porco escutava a conversa. No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse: 'Força amigo, levanta daí senão será sacrificado'. No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse: 'Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar. Upa! Um, dois, três...'. No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse: 'Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.

Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse: 'Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo, vamos, um, dois, três, legal, legal, agora mais depressa, vai...fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!'.

Então de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou: 'Milagre!!! O cavalo melhorou, isso merece uma festa! Vamos matar o porco para o jantar!'.

Ponto de Reflexão:
'SABER VIVER SEM SER RECONHECIDO É UMA ARTE'

Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:  amadores construíram a Arca de Noé e profissionais o Titanic.

PROCURE SER UMA PESSOA DE VALOR, AO INVÉS DE UMA PESSOA DE SUCESSO!





(Desconheço a autoria)



29 de mai. de 2011

A História do Pato

Havia dois irmãos que visitavam seus avós no sítio, nas férias. Felipe, o menino, ganhou um estilingue para brincar no mato. Praticava sempre, mas nunca conseguia acertar o alvo. Certa tarde viu o pato de estimação da vovó... Em um impulso atirou e acabou acertando o pato na cabeça e o matou. Ele ficou chocado e triste! Entrou em pânico e escondeu o pato morto no meio da madeira! Beatriz, a sua irmã viu tudo, mas não disse nada aos avós.
Após o almoço no dia seguinte, a avó disse: "Beatriz, vamos lavar a louça", Mas ela disse: " Vovó, o Filipe me disse que queria ajudar na cozinha". E olhando para ele sussurrou: "Lembra do pato?" Então o Felipe lavou os pratos.

Mais tarde o vovô perguntou se as crianças queriam pescar e a vovó disse: "Desculpe, mas eu preciso que a Beatriz me ajude a fazer o jantar." Beatriz apenas sorriu e disse, "Está bem, mas o Filipe me disse que queria ajudar hoje", e sussurrou novamente para ele, "Lembra do pato?" Então a Beatriz foi pescar e Filipe ficou para ajudar.

Após vários dias o Filipe sempre ficava fazendo o trabalho da Beatriz até que ele, finalmente não agüentando mais, confessou para a avó que tinha matado o pato. A vovó o abraçou e disse: "Querido, eu sei... eu estava na janela e vi tudo, mas porque eu te amo, eu te perdoei. Eu só estava me perguntando quanto tempo você iria deixar a Beatriz fazer você de escravo!"

Qualquer que seja o seu passado, ou o que você tenha feito (mentir, enganar, seus maus hábitos, ódio, raiva, amargura, etc), seja o que for, você precisa saber que Deus estava na janela e viu tudo como aconteceu. Ele conhece toda a sua vida, Ele quer que você saiba que Ele te ama e que você já está perdoado. Ele está apenas querendo saber quanto tempo você vai deixar o diabo fazer de você um escravo. Deus só está esperando você pedir perdão, Ele não só perdoa, mas Ele se esquece.

É pela graça e misericórdia de Deus que somos salvos.
Lembre-se sempre: Deus está na janela e sabe de tudo!


(Desconheço a autoria)






22 de mai. de 2011

O Coração Atribulado - Brennan Manning

“O diabo nunca fica mais contente”, disse Francisco de Assis, “do que quando rouba a paz do coração de um servo de Deus”. A paz e a alegria ficam em baixa quando tudo que o coração de um cristão anseia é um sinal após outro do amor misericordioso de Deus. Ele não conta com nada, e nada é recebido com gratidão. Os olhos aflitos e o cenho franzido do crente ansioso são sintomas de um coração em que a confiança não encontrou morada. O próprio Senhor deve atravessar conosco todas as sombras do espectro emocional – desde a fúria até o divertimento, passando pelas lágrimas. Mas permanece a verdade pungente: não confiamos nele.  Não temos a mente de Cristo Jesus.


“Ele lhes disse: Por que vocês estão perturbados e por que se levantam dúvidas no coração de vocês?” (Lucas 24:38)




15 de mai. de 2011

Atitude é Tudo

Uma mulher acordou uma manhã, olhou no espelho e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça. Bom, ela disse, acho Que vou trançar meus cabelos hoje. Assim ela fez e teve um dia maravilhoso.

No dia seguinte, ela acordou, olhou no espelho e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça. Humm, ela disse, acho que vou partir meu cabelo no meio hoje. Assim ela fez e teve um dia magnífico.

No dia seguinte, ela acordou, olhou no espelho e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça. Bem, ela disse, hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo. Assim ela fez e teve um dia divertido.

No dia seguinte, ela acordou, olhou no espelho e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.  Yeaa! Ela exclamou, não tenho que pentear meu cabelo hoje!

Lembre-se: ATITUDE É TUDO!


(Desconheço a Autoria)


8 de mai. de 2011

A Fábula da Águia e da Galinha

Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização. Oxalá nos faça pensar sempre a respeito.

Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha. Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista.

Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista:
- Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia.
- De fato, disse o homem. É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras.
- Não, retrucou o naturalista. Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas.
- Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia.
Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse:
- Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe!
A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas.
 O camponês comentou:
- Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha!
- Não, tornou a insistir o naturalista. - Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã.
No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa.
Sussurrou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe!
Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas.
O camponês sorriu e voltou a carga: - Eu havia lhe dito, ela virou galinha!
- Não, respondeu firmemente o naturalista. - Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar.
No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a  águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe:
- Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe!
A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte. Foi quando ela abriu suas potentes asas. Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto. Voou. E nunca mais retornou.

Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas. E ainda até pensamos que somos efetivamente galinhas. Porém é preciso ser águia. Abrir as asas e voar. Voar como as águias. E jamais se contentar com os grãos que jogam aos pés para ciscar.


Extraído de artigo publicado pela Folha de São Paulo, por Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor de ética da UERJ.

1 de mai. de 2011

Dia Comum

Dia comum, deixe-me estar ciente do tesouro que é você.

Deixe-me aprender com você, amar você, saborear você, antes que se vá.

Não deixe que eu te ignore em busca de um amanhã raro e perfeito.

Deixe-me agarrar você enquanto posso, porque você não será eterno.

Um dia, cavarei a terra com meus dedos, ou enterrarei meu rosto no travesseiro, ou reterarei meu corpo, ou elevarei minhas mãos para o céu, e desejarei mais que tudo no mundo: que você volte.


“Assim é, só aprendemos a ser filhos depois que somos pais; só aprendemos a ser pais depois que somos avós; enfim, só aprendemos a viver depois que já não tem mais tempo de vida.”


(Desconheço a Autoria)